Aqui, reúno meus pensamentos e sentimentos de forma literal como as poesias ou de forma abstrata, como as colagens que fizeram parte de minha vida durante um bom tempo. Todas as poesias que coloco aqui, vem direto pra cá, é como se fosse o meu bloco de escrever, não faço rascunhos. Não ponho nome nas poesias, pois elas falam sempre de vários assuntos e acho que é um diferencial também. Espero que gostem. Boa viagem Mauricio Prior
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terça-feira, 30 de abril de 2013
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Hora sou Dionísio, hora sou Apolo, apesar de um ser resultado do outro.
Não me importo com o desequilibrio muito menos com a sobriedade.
Ando pelos jardins em busca de algo que me anime. Hora companhias grotescas, hora seres do bem, belos e de moral ilibadas.
Porém, nesse momento eu não tenho muita escolha. Devo fazer o certo, mas não sei o que é.
Recorro ao Apolo e ele muito equilibrado me diz que devo ser coerente, me volto ao Dionísio, e ele sugere que eu perca os freios e vá entrando sem rumo em qualquer parada.
Me divido com duas opções nese momento, momento esse particular, palo menos até aonde eu não possa mais escrever.
Redescubro portas, nem sei se haviam tantas assim. Vejo milheres de entradas e saídas e não sei aonde me enfiar. São opções demais pra quem não tem mais opções. O que isso pode significar ???
A presença constante do amanhecer tardio, a persistencia de entardeceres vespertinos, a incostância das horas. Afinal, que horas são ?
Questão rotineiras que me deixam sem eira nem beira. Não entendo, mesmo quando me esforço o suficiente pra entender a pessoa que sou e que pessoa sou eu ?!
Fico aqui, ali e acolá, não vejo janelas nessas paredes brancas com manchas escuras de quem passou por aqui e deixou a porta escancarada. Não havia porta nenhuma antes disso.
Fronteiras, limites, o vazio, o meu lugar, espaço que detenho dentro e fora de mim, não somente são escolhas, mas também são como uma obrigação. Não posso mudar esse lugar agora. Devo manter-me aqui, até que essa porta se feche. Porta estranha, desconhecida, que me mostra uma saída. Como sair se não sei onde ala vai me levar ??
Apolo e Dionísío, tanto faz, desde que o alimento de minha alma seja o equilibrio e o desequilibrio que a terra nos proporciona. Esse sim, me faz querer continuar, quem sabe até tropeçar, porém uma coisa eu sei, a vida é curta demais pra entendermos tudo e temos que nos conformar com algumas dúvidas e questoes. Viver é isso, duvidar, questionar, entender e não entender. Que seja assim até não mais poder.
Maurício Prior
01/05/13
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